sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

De volta ao Blog !!

Olá a todos! Salve! Salve!

Depois de tanto tempo parado estou de volta a ativa no blog!

E vamos recomeçar apresentado mais 4 novos parceiros do blog:

O primeiro novo parceiro é o site Cafezinho com Calado do meu amigo, mestre e colega de Pós-Graduação Jocemar Calado.




O segundo novo parceiro é o Grupo FST :


O terceiro novo parceiro é o site do meu professor da Pós-Graduação Prof.Roberto Mendonça




E o quarto novo parceiro é o site do meu ex-professor de Graduação, colega de Pós e amigo Isac Ferreira - Blog do Professor Isac Ferreira


Sejam bem vindos ao SegInfoParaTodos !!


quarta-feira, 31 de julho de 2013

[INFORMATIVO] MONITORAR E DETECTAR ATAQUES: MAIS DO QUE UMA MEDIDA DE SEGURANÇA

"Por conta do elevado número de casos e ameaças vindas de softwares mal-intencionados (que são chamados de malware) tem aumentado, significativamente, a conscientização e o estímulo que a maioria das empresas tem dado, em forma de recursos e incentivos, na defesa contra tais problemas de segurança. Contudo, poucas atentam para o fato de que, por mais improvável que pareça, a maior ameaça que uma organização pode sofrer à sua infra-estrutura pode não estar contida em ataques externos, como no caso de vírus e malwares, mas sim na própria rede interna da empresa.
Ataques que são concretizados de dentro da rede interna da empresa possuem um poder de destruição muito maior e mais devastador, que qualquer outro possa possuir. Isso se deve porque, na maioria das vezes, isso só ocorrerá vindo de pessoas que ocupam cargos de confiança e que, por isso, têm acesso a grande maioria, senão todos, os recursos de rede, dentro da empresa. É aí que as empresas começam a se mexer, para cuidarem da sua segurança e monitorarem os ataques, partam de onde eles partirem.
O objetivo inicial de um monitoramento desse tipo seria o de ajudar na identificação de eventos suspeitos em uma rede, que pode, eventualmente, indicar atividades mal-intencionadas e erros nos procedimentos.
Tais práticas de monitoramento de segurança, contudo, podem encontrar dificuldades de serem implantadas, em empresas que são governadas por restrições normativas, já que essas normas podem exigir controle sobre aspectos como por quanto tempo e como os registros desse monitoramento de segurança devem ser mantidos e como serão arquivados. Por isso, faz-se mais fácil e de melhor decisão que empresas de médio porte, que não precisam obedecer a requisitos de regulamentação, optem por realizarem monitoramento de segurança e detecção de ataques. As conseqüências de um ataque à sua infra-estrutura seriam, basicamente, as mesmas que as proferidas a uma grande organização, gerando perdas, consideráveis, as suas operações, bem como possíveis perdas monetárias e de produtividade, em geral. A perda de reputação, nesse caso, também afetaria qualquer empresa, pequena, média ou grande. E isso, muitas vezes, pode ser considerado um dano muito maior do que um ataque malicioso. A diferença para uma empresa de médio porte é que, como ela estaria livre de “prestações de conta”, no que diz respeito as restrições normativas impostas por suas próprias diretrizes, o processo de estabelecer um monitoramento de segurança seria menos complicado e, portanto, mais rápido, eficaz."

Fonte: CNASI

domingo, 28 de julho de 2013

[NOTÍCIA] 68% das empresas latinas são vulneráveis, diz Kaspersky

As empresas da América Latina são bastante vulneráveis na parte de segurança digital. É o que constata um estudo feito pela empresa de antivírus Kaspersk, com cerca de três mil profissionais de TI de 22 países.
Segundo o estudo, 68% das empresas da América latina – incluem-se nesta lista as brasileiras – já tiveram a infraestrutura de TI infectada por malware, como vírus e spyware, e ataques sofisticados, que visam o roubo de dados.
O problema, diz o estudo, atinge empresas de todos os tamanhos, incluindo os grandes conglomerados que investem milhões em tecnologia para proteger dados estratégicos e de clientes. “E acontece porque a cultura de segurança da informação no Brasil e nos países latinos é tratada como assunto não importante por empresários e grandes executivos”, afirma Fabio Assolini, analista sênior de malware da Kaspersky,
De acordo com a Kaspersky, 63% das pequenas empresas analisadas no estudo enfrentaram problemas de TI causados por malware nos últimos 12 meses. O problema se repetiu em 60% das médias empresas.
Nos dois nichos, os problemas de segurança são causados por conta de brechas em programas desatualizados, sistemas de proteção piratas ou configurações fracas no ambiente de rede.
Segundo o estudo da Kaspersky, as empresas de menor porte não se preparam para evitar problemas de segurança na infraestrutura tecnológica. E costumam reagir aos ataques somente depois que eles acontecem.
As grandes empresas, geralmente, conseguem barrar o ataque de malware mais simples, como vírus de computador. Contudo, explica a Kaspersky, não ficam livres de ataques sofisticados. Os hackers e crackers usam avançadas técnicas para invadir as redes dessas empresas e causar danos sérios, como o roubo de dados – que são vendidos no mercado negro ou repassados aos concorrentes.
Segundo Assolini, há uma razão para tanto despreparo. E ela está na legislação da maioria desses países: “As leis brasileiras, por exemplo, não punem as empresas que são invadidas e perdem dados de seus clientes”, diz. “Nos países europeus e nos Estados Unidos, uma empresa que perde dados, por exemplo, deve ir ao mercado anunciar o que aconteceu para evitar uma penalidade alta”.
Nessas empresas, os ataques geralmente são do tipo DDoS, phishing e por códigos maliciosos avançados que permitem o acesso remoto de servidores e desktops. Para evitá-los, as corporações não precisam apenas de sistemas avançados, mas também de conscientização dos funcionários.

terça-feira, 23 de julho de 2013

[NOTÍCIA] - Nova ameaça "sequestra" arquivos e exige US$ 3 mil para recuperá-los

Olha aí um caso de roubo de informações com intuito de ganhar dinheiro!

"Funcionários de TI do Brasil inteiro estão tendo que lidar com uma ameaça perigosa. Um novo vírus utilizando uma criptografia pesada em arquivos importantes para forçar usuários e empresas a pagarem a partir de US$ 3 mil pela liberação dos dados.

A técnica é chamada de ransomware (ransom significa "sequestro" em inglês), justamente pela estratégia de sequestro de dados e liberação apenas mediante pagamento. A ameaça, neste caso, é identificada como "Anti-Child Porn Spam Protection 2.0".

A thread relacionada ao assunto no fórum oficial da Microsoft está repleta de relatos de técnicos que precisam lidar com este problema em servidores e estações de trabalho. O vírus se manifesta de maneira semelhante em todos os casos, comprimindo arquivos em um .RAR criptografado.

O criminoso oferece um e-mail de contato no Gmail, com o qual é possível contatá-lo para um "orçamento" e também uma amostra de que ele é capaz de quebrar a criptografia. Ele permite o envio de um arquivo pouco importante e leve para provar que ele detém a chave.
Os técnicos têm tentado utilizar o método de força bruta para tentar quebrar a senha, mas não têm obtido sucesso, devido à sua complexidade.

Segundo o relato dos técnicos do fórum, a ameaça utiliza o protocolo RDP para se infiltrar na máquina e precisa de privilégios de administrador para realizar os seus procedimentos.
"


O ransomware é um tipo de praga virtual que compacta e criptografa arquivos de um usuário ou empresa, e cobra resgate para liberar seu uso. A infecção pode acontecer por um programa com um cavalo de troia, por exemplo. No caso da reportagem mostrada o ransomware se passa por um programa chamado "Anti-Child Porn Spam Protection 2.0". Aquela velha dica de não clicar e nem abrir tudo o que vê e/ou recebe da internet antes de confirmar com o remetente da mensagem (se for um e-mail) ainda é válida!

Abraços e até o próximo post!!!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

[VÍDEO] - Invasores

Esse é um vídeo desenvolvido pelo CGI.br(Comitê Gestor da Internet no Brasil) que explica de forma simples os tipos de pragas virtuais existentes.




Até o próximo post! Abraços!